Acho que isso deve acontecer com outras pessoas também: fiquei bastante tempo esperando que diminuísse o ritmo de trabalho para começar a estudar japonês.
Fiquei bastante tempo esperando “ter tempo” e hoje já penso que perdi muito tempo pensando assim. Resolvi então aproveitar melhor qualquer tempinho que tivesse em casa e ir estudando aos poucos. Ainda que seja pouco a pouco e devagar, eu sei que estou aprendendo alguma coisa. Escolhi o Kumon porque me proporciona estudar de acordo com o meu ritmo de trabalho.
Além de ter o material sempre em mãos para poder estudar, tem também os encontros com minha orientadora online. O estudo com os CDs me permite conferir se minha pronúncia está correta e durante as sessões de leitura, minha orientadora me dá o OK final. Além de escutar minha leitura, minha orientadora também tira minha dúvidas e me incentiva bastante, o que faz com que eu tenha forças para estudar mesmo com este ritmo de trabalho bem intenso. Meu estudo no Kumon está sendo excelente e minha orientadora também é excelente!
Cláudia Endo (Brasileira)
Como expressar o que sente, suas idéias, sua cultura se não consegue se comunicar em japonês?
Como ser independente aqui no Japão, em um país diferente do seu, se não sabe a língua?
Como pode melhorar sua qualidade de vida conseguindo um bom trabalho se não sabe japonês?
Estas questões são minha motivação diária para aprender japonês e o Kumon foi uma excelente opção para fazer com que meus desejos se tornem realidade.
Se pensar que antes de entrar no Kumon tinha medo de pegar trem e de me locomover sozinha, muito mais do que aprender a ler e a escrever minha autoconfiança aumentou muito.
Comecei a estudar japonês há pouco tempo no Kumon, mas já estou convencida de que o Kumon foi uma excelente escolha. O estudo com CDs estimula a parte auditiva e me proporciona desenvolver uma pronúncia correta. Os exercícios me permitem escrever com desenvoltura e também a ter uma boa compreensão leitora. E, claro, também estou aprendendo a ler e escrever kanjis. Considero a escrita japonesa uma arte e o Kumon me proporciona esta aprendizagem.
Os orientadores dão sugestões para poder melhorar e, além disso são muito amáveis e educados.
Uma mensagem para quem não estuda japonês porque não tem tempo: Como estudar por correspondência também é possível, receba o material em sua casa e aproveite qualquer tempinho disponível e aprenda japonês!
Beatriz Chanocua (Mexicana)
Com apenas dois anos fui ao Brasil junto com meus pais.
Apesar de só conversarmos em japonês em casa, não desenvolvi a parte de leitura e escrita em japonês. Enquanto meus pais estavam trabalhando, tinha que ficar cuidando dos meus irmãos e por isso não pude me dedicar aos estudos de japonês como gostaria. Uma das primeiras coisas que percebi logo quando cheguei ao Japão é a necessidade de saber ler e escrever em japonês.
Um amigo que morava no mesmo prédio me apresentou o Kumon. Poucos meses depois da matrícula, já havia dominado a escrita e a leitura de hiragana e katakana e já estava aprendendo a ler e a escrever kanjis.
Sempre estive ocupado com o trabalho, mas como pelo Kumon quem define o ritmo de estudo é o aluno, posso aproveitar o pouco tempo disponível que tenho e me dedicar aos estudos. O que deixei de aprender durante anos, aprendi em poucos meses.
Além disso, a eficiência no trabalho vem aumentando cada dia mais. Quando ocorre algum problema no trabalho, já tenho autoconfiança para tentar resolver sozinho, sem precisar estar chamando alguém para me ajudar a ler as mensagens que aparecem nos equipamentos.
Minha meta maior é conseguir ler jornais ou revistas em japonês e para isso sei que se eu não estudar, não vou conseguir vencer minha meta. Com meu desejo de aprender e o suporte dos orientadores sei que vou conseguir. Pode até demorar um pouquinho, mas vou conseguir.
Tadao Yoshida (Brasileiro)
O Japão possui uma cultura própria e se estamos vivendo no Japão, devemos ser capazes de compreender a língua e cultura local. Só assim vamos ser capazes de viver com independência.
Não sabia quase nada de japonês e isso me preocupava. Por isso decidi entrar no Kumon. Comecei pelo primeiro estágio e dentro de pouco tempo me dei conta que já estava conseguindo ler hiragana e katakana e entender o que aparecia a minha volta. Logo depois do estudo do katakana, iniciei o estudo dos kanjis.
Comecei a ter fluência na leitura, compreender melhor o que as pessoas falam a minha volta e a pronunciar corretamente. Escutar o CD todos os dias foi fundamental para que eu alcançasse esse nível.
Para poder fixar o conteúdo faço revisões do material e procuro seguir as recomendações do orientador. Assim, consigo assimilar o conteúdo com mais facilidade.
Quando saio para fazer compras ou quando tenho que me locomover de trem vejo o quanto que é necessário saber japonês para poder viver bem aqui.
Karina Nagashima (Brasileira)